Podcast Contra-ataque 04

Outra semana, novo podcast, mais uma vez tratando de assuntos do momento. Passamos um pouco pelas rodadas recentes das Copas na Europa, que tiveram textos por aqui, e também comentamos a Premier League, que na rodada de ontem teve resultados decisivos, com a derrota do City e vitória do United. No segundo bloco, discutimos, é claro, a pré-Libertadores e ainda a crise no Flamengo, tema de texto hoje também na revista. Finalizamos com as implicações das escolhas da diretoria do Flamengo (e, por que não?, de vários outros clubes nacionais), como a ainda não-esclarecida venda dos direitos de vários jogadores.

Participaram desta edição Francisco Guarnieri, Guilherme Martins, Leonardo Levis e Ruy Gardnier.

Parte 1: Sobre as copas européias, o Manchester City, a rodada da Premier League e novamente Real X Barça (36 minutos)
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Parte 2: Sobre o início da temporada nacional, a Libertadores e o Flamengo (53 minutos)
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Divirtam-se!

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2 respostas em “Podcast Contra-ataque 04

  1. Um dado interessante para o debate dos salarios: o Guarin, que foi provavelmente a maior contratação desta janela de transferencias, assinou com a Inter pelos mesmos 380 mil reais mensais que o Nilmar pediu no São Paulo. O cara era estrela num dos times mais badalados da temporada passada e foi para um time grande da Italia para ganhar bem menos do que o Flamengo vai pagar ao Vagner Love. Olhando isso você entende porque um cara como o Love quer voltar para cá, ele provavelmente vai ganhar o dobro do que levaria para jogar num dos campeonatos europeus mais fortes.

  2. Sobre o Manchester City, acho que o Guilherme apontou bem as várias questões que rondam o time, eu acrescentaria mais duas:

    1) nos últimos, sei lá, 10, 15 (ou mais?) jogos – contando as copas também – praticamente todos os gols que o City leva são de contra-ataque. Não se trata apenas de “contra times fortes todos jogam assim”, o elenco do City é lento demais para voltar para a própria área. Mesmo times sem grandes capacidades atléticas ou de velocidade, jogando muito fechados e saindo para os contra-ataques, conseguem facilmente criar situações 2v2, 3v2, 3v3, etc.

    2) a parte mais ofensiva do elenco – e isso tem muito a ver com a questão de confiança – está cada vez mais afobado. Os jogadores já querem logo chutar para o gol ou dar aquele passe mais arriscado para o colega. Não estão mais mantendo, trabalhando e rodando a bola perto da área adversária. Desperdiçam muitos ataques assim e, lógico, cedem ainda mais contra-ataques.

    Junte os dois itens e e coloque-os num jogo em que o City enfrenta adversários, aí sim, técnicos de verdade e/ou velocistas e temos derrotas como Manchester United na última copa ou Napoli na Champions.

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